terça-feira, 5 de agosto de 2008

'Faces'

Já fui retratado por várias pessoas e de vários jeitos. Sempre fui tachado de criança, do qual não tinha emocional e maturidade para enfrentar coisas. Nunca debatia com essas pessoas, tinha meus reais princípios para ser desse jeito. E antes de mais nada, cresci ouvindo que a felicidade e o riso, curam os piores males. Dava risada de tudo e de todos, sempre fui meio besta, bobo, melhor dizendo sempre fui 'a criança' da turma. Quando todos estavam de cara fechada e sofrendo por muitos males, os mais diversos possíveis, me sobressai dando risada. Em todos os médicos que eles foram, nenhum conseguia o diagnóstico, que eu mesmo outrora já havia dito. Todos podiam ser belos e magníficos em imagem, mas em espírito eram todos vazios e sem brilho, sem algo a mais que fizesse suas auras brilharem mais do que o normal. Passei por leões e cobras, para conseguir ter a saúde espiritual que atualmente ostento. Exorcizei meus demônios, que há tanto tempo ocupavam parcela de minha alma. Cresci e amadureci do meu jeito, sem o medo de ser feliz e com o anseio de perder a jovialidade que tanto ostentei. Me tornara uma criança em corpo de menino, com uma cabeça de homem. Uma mente que não planeja o amanhã e nem repensa no que se passou ontem. Necessariamente, me livrei do pior mal de todos: meus reais pensamentos.

2 comentários:

Lidia Zuin disse...

Isso é legal... Eu não sou assim. Tenho meus momentos de rir e fazer os outros se divertirem, mas meu humor sempre foi ácido, então não chego a ter um comportamento 'bobo', que me faz parecer mais nova que os outros. Não digo que pareço nem mais velha, nem mais nova, mas o que sou. Tem quem diga as duas coisas, mas acho que muito mais nova que sou, só disseram pessoas que não me conheciam de verdade, só de momentos. Mas é estranho, sei lá, conheço pessoas de 14 anos que fazem coisas que eu, com 18, nunca fiz ou não tenho o costume de fazer.
Mas é legal vc ter esse esteriótipo de 'zuado' e aí vc mesmo conseguir crescer mais do que os que pareciam certos e vc conseguir ver melhor do que eles. Isso acontece comigo um pouco.

Ah! E sim, quando estamos apaixonados, escrevemos diferente mesmo. Quando eu não namorava, meus textos não falavam da mesma coisa que falam hoje, a tristeza não era a mesma... Não consigo mais escrever textos de alguém que não tem ninguém, mas só de alguém que não quer perder alguém, assim mesmo como vc disse. Bem pensado!

Marcelo disse...

Já que não posso comentar no FOTOLOG, vim até o blog..rss

É isso mesmo, rapaz, sorrir nos dá a certeza de que algo de bom sempre está por perto, mesmo que não conseguimos resolver todos os problemas.

Parte da "inveja" alheia se dá por isso, por não se fazer sorrir por dentro e por fora de si.

Pratico a "sorrisoterapia" o tempo todo, até que chega o momento da "Risadaterapia" kkkkk

Um abraço e parabéns pelas Postagens..."eu vejo tudo!"